Há sempre um deserto entre nós
Um espaço que tanto nos atrai como nos repele
Uma melodia que nos enfeitiça
para logo a seguir nos fazer cair na solidão da alma
Um meio termo de ódio e amor.
C.
04/09/2007
6 de novembro de 2009
3 de setembro de 2009
9 de junho de 2009
percorro uma enorme rua escura
uma rua em que não lhe encontro o fim
uma rua sem casas
uma rua cercada de altos arbustos
que me impedem de ver outros caminhos
o único brilho vem das estrelas
do luar que ilumina o chão que piso
e o som da terra ressoa nos meus ouvidos
queria quebrar todos as barreiras e muros
queria correr para o fim
mas o meu corpo não é controlado por mim...
queria gritar e chamar alguém
mas ninguém está aqui...
C.
uma rua em que não lhe encontro o fim
uma rua sem casas
uma rua cercada de altos arbustos
que me impedem de ver outros caminhos
o único brilho vem das estrelas
do luar que ilumina o chão que piso
e o som da terra ressoa nos meus ouvidos
queria quebrar todos as barreiras e muros
queria correr para o fim
mas o meu corpo não é controlado por mim...
queria gritar e chamar alguém
mas ninguém está aqui...
C.
8 de maio de 2009
Eu imaginei um sonho,
um céu,
um mundo,
uma vida,
uma história.
Eu sonhei que a história seria perfeita.
E que o sonho podia dar vida.
E que o mundo seria belo.
E que as estrelas no firmamento me guiariam.
Será que a vida destruiu o sonho?
C.
um céu,
um mundo,
uma vida,
uma história.
Eu sonhei que a história seria perfeita.
E que o sonho podia dar vida.
E que o mundo seria belo.
E que as estrelas no firmamento me guiariam.
Será que a vida destruiu o sonho?
C.
8 de novembro de 2008
24 de outubro de 2008
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."
Friedrich Nietzche
28 de setembro de 2008
3 de julho de 2008
21 de junho de 2008
incomodam-me as palavras
incomoda-me o que fica por dizer
entre cada silêncio
incomoda-me o tempo a passar
e os anos que nos levam
incomodam-me as palavras
incomoda-me o que fica por dizer
entre cada silêncio
incomoda-me o tempo a passar
e os anos que nos levam
incomoda-me o que não nos deixa viver
incomodam-me as repetiçõesincomodam-me as palavras
incomodam-me os olhares
e toda a ignorância humana
e toda a ignorância humana
20 de junho de 2008
caminho descalça
sinto as imperfeições sob os pés descalços
os pés nus sobre o chão frio
incomodam-me os passos sem fim
as pausas sem fim a meio
o fim
a solidão
sinto as imperfeições sob os pés descalços
os pés nus sobre o chão frio
incomodam-me os passos sem fim
as pausas sem fim a meio
o fim
a solidão
3 de maio de 2008
Tens nas mãos a amargura humana,
O contorno do sofrimento,
O tom cru da solidão,
De cada promessa não cumprida,
De cada lágrima derramada,
De cada sonho perdido na estrada da vida.
Tens as mãos marcadas pelo passado,
As linhas fundas dos sentimentos,
As palavras gastas pelo tempo.
O contorno do sofrimento,
O tom cru da solidão,
De cada promessa não cumprida,
De cada lágrima derramada,
De cada sonho perdido na estrada da vida.
Tens as mãos marcadas pelo passado,
As linhas fundas dos sentimentos,
As palavras gastas pelo tempo.
6 de abril de 2008
Quando o horizonte se mistura com o céu e o mar,
tudo parece mais distante e indefinido.
Inspiro fundo, saboreando o silêncio de estar estranhamente vivo.
Sou sem estar, vejo sem olhar, sinto sem tocar.
Uma aguarela sem cor inunda-me suavemente o pensamento.
Dissolvo-me neste espaço sem nome, num tempo sem tempo, onde nada existe.
tudo parece mais distante e indefinido.
Inspiro fundo, saboreando o silêncio de estar estranhamente vivo.
Sou sem estar, vejo sem olhar, sinto sem tocar.
Uma aguarela sem cor inunda-me suavemente o pensamento.
Dissolvo-me neste espaço sem nome, num tempo sem tempo, onde nada existe.
30 de março de 2008
Sinto frio
nos ossos, na pele, no olhar.
Sinto frio de manhã nos lençóis gelados
ou quando a noite chega devagar.
Tenho as mãos frias de tocar no vazio,
no espaço que se abre entre nós,
de vaguear no infinito a procurar.
nos ossos, na pele, no olhar.
Sinto frio de manhã nos lençóis gelados
ou quando a noite chega devagar.
Tenho as mãos frias de tocar no vazio,
no espaço que se abre entre nós,
de vaguear no infinito a procurar.
28 de março de 2008
É nos teus lábios que se dá o amor
no teu abraço que me eleva a alma.
É em ti que se dá cada estação do ano
Encosto a cabeça ao teu peito... e escuto.
E sinto... todo o esplendor da Primavera,
a brisa do mar,
a despedida dos pássaros no fim do Verão,
e as gotas que caem do céu para nos abençoar.
E adormeço em paz
porque sei que tomas conta de mim.
no teu abraço que me eleva a alma.
É em ti que se dá cada estação do ano
Encosto a cabeça ao teu peito... e escuto.
E sinto... todo o esplendor da Primavera,
a brisa do mar,
a despedida dos pássaros no fim do Verão,
e as gotas que caem do céu para nos abençoar.
E adormeço em paz
porque sei que tomas conta de mim.
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